Category: Teatro


Prêmio CONEXÃO BEAUTY ART – 2010

Prêmio CONEXÃO BEAUTY ART – 2010

como melhor maquiador na categoria ARTES CÊNICAS.

A vida é realmente muito louca.

Ontem, dia 11 de abril, vivi um dos momentos mais especiais para um profissional, o reconhecimento pelo seu trabalho.

No momento em que recebia o prêmio, ví um filme passar pela minha cabeça.

Infelizmente na hora, não é possível falar nem agradecer a todos que fizeram parte desta minha longa jornada, mas aqui posso fazê-lo!!! rs rs rs

TADEU AUGUSTO LOPPARA,

meu amigo / irmão. Se não fosse ele insistir para que eu substituísse um maquiador,

eu não estaria exercendo este trabalho;

CARMEN MONARCHA

que incorporou tão bem minha GUEIXA PUNK para a etapa final do Prêmio;

VÂNIA BASTOS, CARLOS NAVAS, MARÍLIA GABRIELA, LENA ROQUE, NANY PEOPLE’,

que permitiram maquiá-los e criar visuais elegantes, clássicos e algumas vezes ousados;

JORGE TAKLA

que me deu a primeira oportunidade de trabalhar numa grande produção, “VITOR OU VITÓRIA”,

meu divisor de águas;

JORGE LUIZ BALBYNS

que me convidou a assinar como visagista, pela primeira vez, em “ÁRVORES NUAS;

MIGUEL FALABELLA

que por 3 vezes confiou no meu trabalho em GODSPELL, HAIR SPRAY e GAIOLA DAS LOUCAS

que consequentemente me levaram a ser indicado a prêmio nas três ocasiões;

MIRA HAAR que me indicou para ELIANE LAX

que abriu as portas do THEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO, onde tive muitas alegrias;

onde também conheci o jovem ANDRÉ HELLER,

que me fez não ter medo da ousadia na ópera ANJO NEGRO;

ROSANA CARAMASCHI

que me levou para o outro lado do país para enfrentar o meu maior desafio até hoje com a

ópera BUG JARGAL que se tornou a primeira e única ópera a ser indicada a um prêmio de maquiagem;

SELMA MORENTE, CÉLIA FORTE, AMÁLIA TARALLO, MARA CARVALHO e BETH COELHO

que me embaralharam com as malucas de “ELAS SÃO DO BARALHO” e mais uma indicação a prêmio;

DYRA OLIVEIRA,

Que confiou em meu trabalho e permitiu que eu pudesse embelezar ainda mais as óperas do THEATRO SÃO PEDRO e que com muita persistência pudesse maquiá-la, Dyra, pelo menos uma vez! Já que ela jamais usa maquiagem. Rs ;

CLAUDINEI HIDALGO

Amigo e parceiro em diversos trabalhos a ponto de me salvar em momentos difíceis;

Aos fotógrafos MARCO MÁXIMO, TÂNIA LUMENA, FÁBIO NUNES, CAIO MELLO

Que ressaltaram por diversas vezes as cores que usei para seus trabalhos;

Aos amigos

ROGÉRIO TCHUSK, MILENA PETRONIERI, ANDRÉA DA ROCHA, ROSE BERCÊ, GLAUCIA COSTA

que me deixaram criar em seus rostos,

A toda a equipe da PAYOT , em especial a Dna Paulina, onde pude dar início ao meu trabalho de “divulgador”

da importância da beleza.

Implantando um trabalho incrível de auto-maquiagem no Hospital Pérola Byington com mulheres em tratamento de quimioterapia;

A toda equipe da AVON

pela oportunidade de poder levar beleza para todos, pela força, pelo trabalho e principalmente incentivo.

WILMA SIMIONATO,SÔNIA KAVANTAN, ELISETE KOLLER

(por me lapidar com pequenos toques mas que fizeram toda a diferença no meu trabalho e vida),

DAGMAR BRUM, ADRIANA RILLO, ALESSANDRA BARROÇA, EMÍLIA BRITO, PATRÍCIA LEITE, JULIANA BARROS, TATIANA BRANDÃO, WAGNER TEDESCO, CÁTIA BANDEIRA, MARCELO JERÔNIMO, ROBERTA GODOY, GS’s, Executivos, Maquiadores, parceiros e tantos outros profissionais “Avonianos” que me ajudaram a construir um trabalho do qual me orgulho muito!

Ao CONEXÃO BEAUTY ART e toda a equipe envolvida (Avon e Setter) por este prêmio que além de proporcionar o encontro entre amigos e colegas, proporciona e incentiva o aprendizado e respeito por este trabalho que muitas vezes é visto como “fútil”, mas que na verdade faz toda a diferença no palco, na foto, no vídeo e na VIDA!

Não poderia deixar de agradecer a minha EQUIPE de maquiadores e cabeleireiros que sempre me ajudaram a colocar em prática tudo aquilo que estava na minha cabeça e claro, agradecimentos mais que especiais aos ATORES E CANTORES que vestiram tão bem minhas criações que vieram para ilustrar suas personagens.

DRICA MORAES, foi sem dúvida meu anjo, onde em um determinado momento ela disse: “O MAQUIADOR É UM ENVIADO DIRETO DE DEUS, POIS ELE VEM PARA APRIMORAR A SUA MAIOR CRIAÇÃO!”

EU, ANDERSON BUENO, TENHO MUITO ORGULHO DO MEU OFÍCIO!!!!!!

Obrigado à todos por fazerem parte disto.

Beijos carregados de alegria.

Anderson Bueno

Recebendo o prêmio das mãos do Presidente da Avon Brasil, Luís Felipe (primeiro a direita), ao lado do Diretor de Marketing e Diretora de Comunicação Kátia Geanone.e


“Era Uma Vez… Dentro da Mata” (Into The Woods)

Cartaz da produção americana.

Cada vez mais os grandes musicais chegam ao nosso país e eu me sinto privilegiado em poder fazer parte da equipe de alguns deles.

A maioria já vem com um layout definido por contrato, como foi o caso de ” O Fantasma da Ópera”, outros tenho a liberdade de criar, de propor inovações e estilo. É o caso de “Hair Spray” e ”A Gaiola das Loucas” e agora, “INTO THE WOODS”.

Into the Woods é um musical com letra e música de Stephen Sondheim e livro James Lapine. Ele estreou em San Diego no Old Globe Theatre em 1986.

 Bernadette Peters atuou brilhantemente como a Feiticeira e Joanna Gleason que fez o papel da “mulher do padeiro”, trouxe aclamação para a produção durante sua temporada na Broadway.

Into the Woods ganhou vários Tony Awards, incluindo Melhor Trilha Sonora, Melhor Livro e Melhor Atriz em Musical (Joanna Gleason ), em um ano que foi dominado por O Fantasma da Ópera. O musical foi produzido muitas vezes entre 1988  a 1990  e ganhou uma turnê nacional. Ganhou também uma produção televisiva em 1991 , um concerto em 1997 no seu décimo aniversário e a produção de Los Angeles de 2002 foi remontada na Broadway. Mais tarde, foi livremente adaptado para a dança hip-hop.

Inspirado no livro Os Usos do Encantamento, o musical entrelaça as tramas de vários contos dos Irmãos Grimm. Os personagens principais são tomados a partir das histórias de CHAPEUZINHO VERMELHO, JOÃO E O PÉ DE FEIJÃO, RAPUNZEL e CINDERELA, ligados por uma história mais original que envolve um padeiro e sua esposa e sua busca para começar uma família.

Ao contrário do que muitos possam pensar,  Into the Woods, a meu ver,  não é um espetáculo para crianças.  É um espetáculo que nos faz pensar no que estamos fazendo com a nossa vida, com o nosso mundo e até mesmo com as nossas crianças em função de ganância e egoísmo.

Into the Woods  privilegia a música de Sondheim e as letras de Lapine. Contando, claro, com o trabalho dos atores que apanham para cantar as músicas com partituras nada fáceis.

Na montagem brasileira, que tem direção conjunta de Armando Bravi e Felipe Senna, alguns pontos se destacam:

Cartaz da montagem brasileira em cartaz no Teatro Brigadeiro em São Paulo.

* A ótima atuação dos atores; destaque para Bené Monteiro que faz João (de “O Pé de Feijão”) que tem um solo lindo falando da Terra dos Gigantes, “Gigantes lá no Céu”;

* Luciana Andrade, ex-integrante do grupo Rouge, que tem sua primeira experiência em musicais, como a  fugitiva Cinderela e se destaca mais ainda nas músicas “Nos Degraus Do Palácio Real” e “Ninguém Está Só”, esta última de fazer a platéia gastar lenços e lenços;

* E Arlete Salles que aparece em off fazendo a voz da Giganta.

Muitos são os pontos interessantes do espetáculo, se eu for ficar aqui inumerando….. vocês irão se cansar!!!

Todos os atores / cantores estão ótimos em seus papéis, que caíram como um luva para cada um deles. A tradução é ótima, apesar de eu achar que perdeu um pouco do sarcasmo que o texto americano tem. Mas isso é um problema que atinge a todos as versões. Seja ela em que língua for.

O importante é saber que temos artistas, atores e cantores, preparados para a maratona que estas produções exigem.

Não deixem de assistir!!!  Sigamos em”frente dentro do bosque” !!!! rs

INTO THE WOODS

Teatro Brigadeiro

Teatro Brigadeiro

Av Brigadeiro Luiz Antonio, 884 – Bela Vista – São Paulo

Telefone: 11 3107.5774

www.intothewoodsbrasil.com.br

Siga no Twitter: @intothewoods10

Chapeuzinho (Heloísa de Palma), Cinderela (Luciana Andrade), João (Bené Monteiro) e Rapunzel (Rachel Alonso).

colagem de fotos do primeiro ensaio geral.

 

ZORRO – O Musical é um prato cheio para os fãs de Gypsy Kings.

Quando o anúncio de que o musical ZORRO, montado originalmente em Londres, viria para o Brasil, fiquei enlouquecido. Mandei meu material para todos os produtores, se bobear, até o mensageiro recebeu portfólio meu! ahhah

Infelizmente, não houve contato. Mais tarde, muito tempo depois….; quer dizer, não tanto tempo depois, mas já com o espetáculo estreiado, eis que me ligam da produção precisando urgentemente de um visagista!!!!! ÊBA!!!! rs

Fico cada vez mais impressionado com a velocidade do Universo!!!!

Lá fui eu lapidar a imagem dos atores.

ZORRO – O Musical é baseado na obra de Isabel Allende,  tem 27 atores no elenco e toda a trilha é composta pelo grupo GYPSY KINGS.

A versão brasileira é dirigida por Roberto lage e conta com lutas de esgrima e coreografias flamenca que pontuam todo o espetáculo para contar a história deste personagem mascarado que se tornou um dos heróis mais importantes e porque não dizer SEXY de todos os tempos e que agora volta em uma grande produção musical.                                                 

Jarbas Homem de Melo em destaque como Zorro seguido por Cláudio Curi, Naíma, Gerson Esteves, Camila Camargo e Luís Araújo.

Sucesso em Londres e Paris, a megaprodução conta a trajetória de Diego de La Vega (Jarbas Homem de Melo, que se desdobra em cenas de flamenco, esgrima, dança e é claro, canto. E faz tudo impecavelmente), desde sua viagem à Barcelona até assumir a identidade do mascarado e misterioso Zorro. Procurado por seu amor de infância Luiza (Camila Camargo que tem sua estréia em um grande musical), Diego volta à Los Angeles para combater seu próprio irmão, Ramon (brilhantemente interpretado por Luís Araújo), que está governando o povoado com tirania.

A trilha do espetáculo é sem dúvida alguma o ponto alto! Todas as músicas foram compostas pelo famoso grupo francês Gipsy Kings, que traz também os sucessos “Djobi, Djoba”, “Bamboleo” e “Baila Me”. Dá vontade de sair dançando juntamente com o elenco. rs

Aventura, Romance, Luta e Humor, estão estampados neste espetáculo que encanta a todos.

O musical estreou originalmente em Londres “Zorro, The Musical” ficou em cartaz durante 9 meses em uma temporada de enorme sucesso que lhe rendeu 5 indicações ao prêmio britânico OLIVIER, equivalente ao americano Tony Awards, com a premiação da artista que interpretou a cigana Inês. 

Gerson Esteves como Sargento Garcia e Naíma como Inês. Excelentes atuações.

Aqui no Brasil ela é interpretada por Naíma, que já havia feito o papel da mimada e engraçada Amineris no musical “Aida”.  Já como Inês, Naíma prova que não é só dona de uma voz deslumbrante, mas é também ótima atriz, chegando a deixar a platéia sem fôlego!

ZORRO – O Musical é sem dúvida um dos melhores musicais já montados. Sem a necessidade de trocas mirabolantes de cenários ou mega efeitos pirotécnicos. Aqui o que vale é a música , o trabalho dos atores e claro, a maquiagem!

Bem, a maquiagem,….., prefiro não comentar!!!  AHHAHAH

VIVA, EL ZORRO!!!

Serviço:

Teatro das Artes – Shopping Eldorado
Avenida Rebouças, 3970 – 3º piso

Temporada: 16 de julho a 31 de outubro
Sextas e Sábados: 21h00 e Domingos: 19h00

Siga no Twitter: @zorro_omusical

FaceBook: http://www.facebook.com/group.php?gid=103542593024920&ref=search 

Site Oficial: www.zorromucial.com.br

Ficha Técnica

Direção Artística: ROBERTO LAGE
Direção Musical e Regente: THIAGO GIMENES
Concepção de Figurinos: PAULA VALÉRIA
Visagismo: ANDERSON BUENO
Concepção Cenográfica: ALBERTO CAMARERO
Ass. de Direção e Coreografias Flamencas: JARBAS HOMEM DE MELLO
Coreografias: KÁTIA BARROS
Versões Texto e Música: VITOR BEIRE
Produtor Artístico: VITOR CARDOSO
Produtora: TATHIANA SENRA

Produtor Associado: FÁBIO CARAN e MURILO ROSA
Direção de Produção: CESAR CASTANHO 
Idealizadores: CAMILA CARUSO, LEANDRO WYATT – POPCORN – AGÊNCIA DE ENTRETENIMENTO e ZORRO (LONDON) LIMITED

TAKARAZUKA – Os musicais são das Mulheres!!!

Eu sempre digo que o mundo é das mulheres!

Prova disso é a compania TAKARAZUKA no Japão.

O Takarazuka Revue começou em Takarazuka, em Hyõg no Japão, em 1913.

Takarazuka com um dos seus primeiros sucessos - PARISETE

Fundado por Kobayashi Ichizo, presidente da Hankyu Railways, que teve a brilhante idéia de aumentar as vendas dos bilhetes da  linha de trens da cidade promovendo apresentações musicais de estilo Ocidental usando apenas garotas solteiras. A companhia de teatro fez sua primeira apresentação em 1914, e em 1924 já havia se tornado popular e obteve seu próprio teatro, o Dai Gekijō. Atualmente, o Takarazuka se apresenta para cerca de 2.5 milhões de pessoas por ano.

A maior parte dos fãs é composta, claro, por mulheres. Mas eu estou aqui para fortalecer o grupo masculino.

A compania é incrível!!!! 

Parte da novidade do Takarazuka é o fato de todos os papéis serem interpretados por mulheres, baseado no modelo original do Kabuki (teatro feito apenas por homens), antes que as mulheres fossem banidas do teatro no Japão. As atrizes que interpretam homens são chamadas de otokoyaku (“papel masculino”), e as que interpretam mulheres, musumeyaku (“papel de moça” ou “papel de filha”). O figurino e o cenário costumam ser excessivamente chamativos e as performances têm um toque melodramático.

Para se tornar membro do teatro, uma garota deve passar por um treinamento de dois anos no Takarazuka Music School. Todo anos, milhares de garotas de todo o Japão disputam as 40 ou 50 vagas oferecidas. Elas estudam canto, música, dança, entre outras coisas, e obtêm um contrato de sete anos com o teatro.

A companhia é dividida em cinco trupes principais: Hana, Tsuki, Yuki, Hoshi e Sora (Flor, Lua, Neve, Estrela e Céu). Uma sexta trupe, o Senka (Especial), é formada por atrizes mais velhas que não mais fazem parte das trupes principais mas ainda desejam fazer parte do teatro e atuar de tempos em tempos. Hana e Tsuki são as trupes originais, formadas em 1921. A trupe Yuki começou em 1924. A Hoshi começou em 1931, foi desfeita em 1939, e voltou em 1948. A trupe mais nova, Sora, foi formada em 1998.

Nota sobre homens membros

Durante a época da fundação do teatro (1914) e o pós-guerra (1946), a companhia contratou homens para performances e os treinava separadamente das mulheres. No entanto, as atrizes eram contra a idéia de fazer par com homens na companhia. Assim, o grupo masculino foi dissolvido brevemente nas duas tentativas (1954 foi o último ano). Recentemente, um musical japonês chamado Takarazuka Boys foi lançado, baseando-se nesta parte da história do teatro.

As Trupes

As cinco trupes do Takarazuka Revue têm certas diferenças de estilo e material que fazem cada uma ser única.

Hanagumi (Trupe “Flor”)

A Hana é considerada a trupe que produz as melhores otokoyaku. Em 2003, três das cinco otokoyaku top stars (as principais atrizes de cada trupe) eram do Hanagumi: Haruno Sumire, Hanagumi; Asami Hikaru, Yukigumi; e Shibuki Jun, Tsukigumi. Suas performances costumam ter altos orçamentos, com cenários e figurinos chamativos, e muitas vezes derivadas de produções líricas.

Tsukigumi (Trupe “Lua”)

É famosa por lançar tops jovens (como Amami Yūki, que ainda não tinha chegado ao seu sétimo ano quando se tornou top), as atrizes dessa trupe são boas cantoras. A expressão “Departamento de Pesquisa Musical” é ocasionalmente usada em artigos sobre a trupe, focando a atenção especial do grupo para a música. Suas performances tendem a a ser dramas e musicais modernos.

Yukigumi (Trupe “Neve”)

É trupe mais “conservadora” da companhia. Sempre tendeu aos dramas tradicionais japoneses enquanto as outras trupes mantinham um estilo ocidental. No entanto, foi a primeira a performatizar Elisabeth no Japão. Atualmente, a trupe está mudando o seu estilo para algo mais parecido com as demais trupes.

Hoshigumi (Trupe “Estrela”)

Junto com o Hanagumi, é a trupe que geralmente fornece as top stars para o teatro.

Soragumi (Trupe “Céu”)

Sora, a mais nova trupe no teatro, não carrega o peso da tradição, e por isso costuma ser mais experimental. Quando foi formada, adotou talentos de todos os outros grupos. O estilo da trupe foi influenciado pelas atrizes Shizuki Asato, a primeira top do Soragumi; e por Yōka Wao e Hanafusa Mari, o “Casal de Ouro”, que encabeçaram o grupo durante seis anos. Foi a primeira trupe a apresentar Phantom (baseado no musical O Fantasma da Ópera) e a ter um compositor da Broadway (Frank Wildhorn) a compor suas partituras. Além disso, uma característica física notável no Soragumi é que a maioria das otokoyaku medem mais de 1,70m – sendo a mais notável Yuumi Hiro, a mais alta de toda a companhia desde que entrou, em 1997, com 1,79m.

Para saber mais, acesse: http://kageki.hankyu.co.jp/english/

“DEU NO QUE DEU” – Stand Up com NANY PEOPLE’

Não é de hoje que Nany People’ vem mostrando sua veia cômica. Seja como humorista em boates pelo Brasil, seja no banco da “Praça É Nossa” ou  mesmo nos palcos dos teatros espalhados pelo país.

Primeiro foi a comédia “Nany People’ Salvou Meu Casamento”. Espetáculo em que interpretava 7 diferentes mulheres e mostrava as diferenças entre o sexo feminino e masculino.

Agora, impulsionada pela avalanche do stand up, Nany mostra que é também uma grande humorista de Stand Up com seu show de humor intitulado DEU NO QUE DEU.

Diferentemente de seus companheiros, Nany não sobe ao palco de qualquer jeito. E nem fica caçoando as pessoas na platéia.

Nany recebe o público já na platéia e tira onda dos colegas de stand up dizendo que eles saem da cama e vão fazer o show. Mas como ela é uma mulher de teatro e que pra ela a vida tem de ter glamour, ela não pode fazer a apresentação vestida de qualquer jeito. Entre uma tirada e outra, Nany convida alguém da platéia para anunciá-la, com glamour, claro!

Anúncio feito, entra então um vídeo com sua trajetória na televisão, ao som de Carmina Burana. Ao final, o telão se levanta e com todo o glamour surge Nany People’ com outro figurino, desta vez, mais brilhante, ao melhor estilo Nany People’.

A partir daí, são 50 minutos em que ela nos faz pensar seriamente a vida que levamos, que caminho seguimos, mas sempre com muito riso.

Nany mostra que além de grande atriz e comediante é também uma grande show woman. Se assim podemos chama-la!?

Se o Brasil perdeu Dercy, esta nova geração tem NANY PEOPLE’.

Contatos para shows:

(55-11) 5072-8251

Com Cássio Reis

cassio@phoenixproducoes.com.br

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